Você ainda se sente tão seguro em Florianópolis quanto se sentia alguns anos atrás?
Anda tranquilo pelas ruas do Centro à noite?
Sente-se confortável ao ver seus filhos caminhando sozinhos pela cidade?
Já percebeu como roubos de lojas, furtos de fios e hidrômetros se tornaram assunto corriqueiro em conversas e grupos de WhatsApp?
Como encontrar pessoas dormindo na calçada, em frente a prédios residenciais, passou a ser tratado como algo normal?
Florianópolis não é mais a mesma.
E fingir normalidade só torna o problema maior.
Sim, todas as cidades têm moradores de rua.
Mas nenhuma em Santa Catarina enfrenta esse problema na escala de Florianópolis.
Nossa capital já ultrapassa 2.000 pessoas vivendo nas ruas.
Joinville, com quase 100 mil habitantes a mais, tem cerca de 500.
Florianópolis está entre as cidades com maior número de moradores de rua per capita do Brasil.
Algo muito diferente acontece aqui.
Quem viveu os anos 1990 sabe: havia tantas pessoas nas ruas naquela época?
Não.
O Brasil ficou mais rico. Nosso PIB per capita triplicou em pouco mais de três décadas.
Se a causa fosse miséria ou desemprego, o problema teria diminuído, não explodido.
O crescimento da população de rua está diretamente ligado ao avanço das drogas, especialmente após a Lei de Drogas de 2006, que na prática descriminalizou o uso de substâncias como o crack.
Mesmo diante das evidências, a gestão municipal insiste em uma doutrina baseada em acolhimento incondicional e conforto sem contrapartida.
A própria Secretaria de Assistência Social afirma que o objetivo da política é “acolher” e “humanizar”. Na prática, isso significa:
🏡 Estadia ilimitada;
🍽️ Quatro refeições por dia;
💉 Ambulatório médico exclusivo;
🚌 Ônibus pago pela Prefeitura;
📍 Passagem anual para a cidade natal;
🏨 E até hotel para moradores de rua.
Tudo isso sem limite de tempo e sem exigência de mudança de vida.
O resultado é evidente. Florianópolis se tornou a cidade mais atrativa do Sul do Brasil para quem deseja viver nas ruas.
A própria Prefeitura admite: cerca de 70% dessa população vem de fora.
Isso acontece porque as políticas adotadas aqui, sem paralelo em outras cidades do estado, funcionam como um convite aberto, pago pelo contribuinte.
Enquanto isso, medidas básicas e eficazes são evitadas por medo de debate.
Nem campanhas contra a esmola, comuns em outras cidades, são implementadas.
Com isso, você e sua família convivem diariamente com insegurança, sujeira e desordem urbana.
A população de rua cresce entre 30% e 35% ao ano.
Se hoje já parece insustentável, imagine no próximo ano.
A cidade definha, o espaço público se perde e a insegurança se normaliza.
Não podemos aceitar isso.
Tempo limite de permanência nos albergues e fechamento do hotel para moradores de rua.
Esses equipamentos são grandes fatores de atração de pessoas de fora e incentivam a permanência indefinida nas ruas.
Campanhas contra a esmola.
Florianópolis é a única cidade grande de Santa Catarina que não possui esse tipo de campanha. É fundamental convocar a população a ajudar de forma responsável, sem estimular a permanência nas ruas.
Mais guardas municipais nas ruas.
Atualmente, cerca de metade do efetivo está deslocada para funções burocráticas e gabinetes, quando deveria estar presente no espaço público.
Proibição de ferros-velhos em perímetro urbano e fechamento dos existentes.
Devemos seguir o exemplo de outras cidades que restringiram esse tipo de atividade em áreas urbanas. Na prática, muitos ferros-velhos acabam servindo como pontos de receptação de objetos furtados ou fruto de descaminho, alimentando pequenos crimes cometidos por moradores de rua.
Tempo limite de permanência nos albergues e fechamento do hotel para moradores de rua.
Esses equipamentos são grandes fatores de atração de pessoas de fora e incentivam a permanência indefinida nas ruas.
Campanhas contra a esmola.
Florianópolis é a única cidade grande de Santa Catarina que não possui esse tipo de campanha. É fundamental convocar a população a ajudar de forma responsável, sem estimular a permanência nas ruas.
Mais guardas municipais nas ruas.
Atualmente, cerca de metade do efetivo está deslocada para funções burocráticas e gabinetes, quando deveria estar presente no espaço público.
Proibição de ferros-velhos em perímetro urbano e fechamento dos existentes.
Devemos seguir o exemplo de outras cidades que restringiram esse tipo de atividade em áreas urbanas. Na prática, muitos ferros-velhos acabam servindo como pontos de receptação de objetos furtados ou fruto de descaminho, alimentando pequenos crimes cometidos por moradores de rua.
Tempo limite de permanência nos albergues e fechamento do hotel para moradores de rua.
Esses equipamentos são grandes fatores de atração de pessoas de fora e incentivam a permanência indefinida nas ruas.
Campanhas contra a esmola.
Florianópolis é a única cidade grande de Santa Catarina que não possui esse tipo de campanha. É fundamental convocar a população a ajudar de forma responsável, sem estimular a permanência nas ruas.
Mais guardas municipais nas ruas.
Atualmente, cerca de metade do efetivo está deslocada para funções burocráticas e gabinetes, quando deveria estar presente no espaço público.
Proibição de ferros-velhos em perímetro urbano e fechamento dos existentes.
Devemos seguir o exemplo de outras cidades que restringiram esse tipo de atividade em áreas urbanas. Na prática, muitos ferros-velhos acabam servindo como pontos de receptação de objetos furtados ou fruto de descaminho, alimentando pequenos crimes cometidos por moradores de rua.
Tempo limite de permanência nos albergues e fechamento do hotel para moradores de rua.
Esses equipamentos são grandes fatores de atração de pessoas de fora e incentivam a permanência indefinida nas ruas.
Campanhas contra a esmola.
Florianópolis é a única cidade grande de Santa Catarina que não possui esse tipo de campanha. É fundamental convocar a população a ajudar de forma responsável, sem estimular a permanência nas ruas.
Mais guardas municipais nas ruas.
Atualmente, cerca de metade do efetivo está deslocada para funções burocráticas e gabinetes, quando deveria estar presente no espaço público.
Proibição de ferros-velhos em perímetro urbano e fechamento dos existentes.
Devemos seguir o exemplo de outras cidades que restringiram esse tipo de atividade em áreas urbanas. Na prática, muitos ferros-velhos acabam servindo como pontos de receptação de objetos furtados ou fruto de descaminho, alimentando pequenos crimes cometidos por moradores de rua.
Lei contra o abandono de imóveis: esses locais se tornam verdadeiros “QGs” do crime.
Poda da vegetação exótica da Beira-Mar e interdição de outros “esconderijos” usados como pontos de consumo de drogas.
Proibição da distribuição de comida: estimula a permanência nas ruas, suja a cidade e espalha alimentos em locais insalubres.
Fim da passagem “gratuita” no transporte coletivo municipal: a diarista paga, o morador de rua não pode ter privilégio.
Fim da passagem repetida: uma única chance para retorno.
Projeto de abordagem 24h por dia, 7 dias por semana: a assistência precisa ser ininterrupta nos principais pontos de concentração.
Lei contra o abandono de imóveis: esses locais se tornam verdadeiros “QGs” do crime.
Poda da vegetação exótica da Beira-Mar e interdição de outros “esconderijos” usados como pontos de consumo de drogas.
Proibição da distribuição de comida: estimula a permanência nas ruas, suja a cidade e espalha alimentos em locais insalubres.
Fim da passagem “gratuita” no transporte coletivo municipal: a diarista paga, o morador de rua não pode ter privilégio.
Fim da passagem repetida: uma única chance para retorno.
Projeto de abordagem 24h por dia, 7 dias por semana: a assistência precisa ser ininterrupta nos principais pontos de concentração.
Florianópolis é a cidade com mais moradores de rua de Santa Catarina;
As políticas públicas adotadas pela Prefeitura são as principais responsáveis por isso;
Há formas de enfrentar o problema, mas é preciso mudar a doutrina;
Câmara de Vereadores, imprensa e entidades mantêm um acordo informal de silêncio para não cobrar a Prefeitura.
Você ainda se sente tão seguro em Florianópolis quanto há alguns anos? Já percebeu como roubos de lojas, de fios, hidrômetros e pequenos furtos se tornaram tema comum em conversas e grupos de WhatsApp? E como encontrar alguém dormindo na calçada, em frente ao seu prédio, virou “normal”?
Um provérbio árabe diz que é difícil ensinar a um peixe o que é a água. Ela está tão presente que ele já não percebe. Pois é: nós também estamos vivendo algo parecido. A desordem urbana tomou conta da cidade, mas muitos já se acostumaram a aceitá-la como parte da vida.
Não podemos aceitar isso.
Sim, todas as cidades têm moradores de rua. Mas Florianópolis tem muito mais! Enquanto nossa capital já passa de 2.000 pessoas nas ruas, Joinville, que tem quase 100 mil habitantes a mais, tem cerca de 500. Somos uma das cidades com mais moradores de rua per capita do Brasil. Infelizmente, quase todas as cidades têm moradores de rua, mas não nesta escala e proporção.
Portanto, algo de diferente acontece aqui.
O crescimento da população de rua está diretamente ligado ao avanço das drogas. Desde a Nova Lei de Drogas de 2006, que na prática descriminalizou o uso de crack e outras substâncias, os números explodiram.
Se você tem mais de 40 anos, lembre-se dos anos 90: havia tantas pessoas nas ruas? Não. Isso mostra que não é a miséria nem o desemprego que leva alguém a viver nas ruas, mas a dependência química.
O Brasil ficou mais rico: nosso PIB per capita triplicou em 35 anos. Se a causa fosse a pobreza, hoje teríamos menos moradores de rua, não mais.
Mesmo diante das evidências, setores da sociedade preferem negar a realidade e propor políticas ineficazes, embora politicamente lucrativas.
Em Florianópolis, a Prefeitura aposta em conforto sem contrapartida. A própria Secretária de Assistência Social admite: o objetivo da política para moradores de rua é “acolher” e “humanizar”.
🏡 Estadia ilimitada;
🍽️ Quatro refeições por dia;
💉 Ambulatório médico exclusivo;
🚌 Ônibus pago pela Prefeitura;
📍 Passagem anual para a cidade natal;
🏨 E até hotel para moradores de rua.
Tudo isso sem limite de tempo e sem exigência de mudança de vida.
O resultado é evidente: Florianópolis se tornou a cidade mais atraente do Sul do Brasil para quem deseja viver nas ruas. A própria Prefeitura admite: 70% dos moradores de rua vêm de fora.
Se a maioria é de fora, é porque estão escolhendo nossa cidade. E o motivo é simples: as políticas públicas adotadas pela Prefeitura, sem paralelo em outras cidades do estado, estão convidando moradores de rua do Brasil inteiro para virem para cá, com tudo pago pelo pagador de impostos.
Enquanto oferece benefícios sem limites, a Prefeitura foge das medidas realmente necessárias, alegando serem “polêmicas”. Nem mesmo medidas simples e incontroversas, como campanhas contra a esmola, são implementadas!
A Prefeitura resiste a admitir que o problema é dependência química. Com o diagnóstico errado, os remédios também são errados.
O crescimento explosivo da população de rua é um fenômeno nacional, mas há um ponto crucial: essa população é migratória. E sempre buscará os lugares onde encontra mais facilidades para permanecer no ócio e na dependência. A Prefeitura de Florianópolis se recusa a enxergar isso.
Assim, a cidade definha. O número de pessoas nas ruas cresce 30% a 35% ao ano. Se já parece muito hoje, imagine no próximo ano.
É hora de pressionar politicamente e exigir que a Prefeitura abandone a política de permissividade e passe a valorizar ordem, disciplina e responsabilidade.
Por isso lançamos o grande abaixo-assinado:
Não podemos nos acostumar com o que está errado.
Não podemos aceitar a degradação contínua da nossa cidade.
Assine o abaixo-assinado. Florianópolis quer ordem e segurança. Queremos a nossa cidade de volta!